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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

BOLETIM II DO SHIH TZU SOCIAL PARQUE

              Temos mais uma adesão de colaboração ao nosso encontro, ganhamos mais brindes para nossos peludos, fiquei muito feliz e acho que todos irão gostar!!!

Os meus adoraram e até posaram pra fotos, vou postar aqui as que ficaram visíveis...kkk

Aqui é somente uma amostra do que ganahmos da Hill's!!!
Espero que muitos usufruam destes brindes legais que estamos ganhando. 




HOMENAGEM DO BLOG AO DIA DA ÀRVORE QUE NOSSOS PELUDOS NÃO RESISTEM!!!
OBRIGADA  ÀS ÀRVORES POR TODOS OS BENEFÍCIOS QUE NOS TRAZEM!!


terça-feira, 20 de setembro de 2011

BOLETIM DO SHIH TZU SOCIAL PARQUE I

   A partir de hoje quando houver novidades postarei com título de Boletim para que todos fiquem sabendo das novidades do nosso encontro no dia 02 de outubro.


         Hoje vim especificamente para disponibilizar as regras para o usofruto do prêmio banho/hidratação/penteado oferecido gentilmente por uma excelente profissional premiada por seu trabalho em eventos dos peludos, o Fino Tratto Estética Canina.

     1  - O prêmio será entregue via sorteio entre participantes do 3º Shih Tzu Social Parque que estiverem de acordo com suas regras;
       2 - Deverá ser usufruído em dias de semana de terça-feira à sexta-feira em horário comercial, a ser marcado via telefone, conforme disponibilidade da Fino Trato;
      3  - Caso o premiado não possa comparecer em dia e hora marcados, deverá comunicar via telefone ou pessoalmente à Fino Tratto com 24hs de antecedência à hora marcada, para efetuar agendamento para um novo dia;
    4 - A remarcação será feita no máximo duas vezes, sendo que na segunda vez marcados e não comparecido, dar-se-á por perdido o seu usufruto, ou seja, não terá mais direito ao prêmio;
     5 - Em caso de não comparecimento sem aviso antecedente de 24 hs em qualquer hora marcada, seja na primeira ou em uma segunda vez, também dar-se-á por perdido o direito ao prêmio.
     6 - Todos os participantes do sorteio ao aceitarem estar entre os sorteáveis, estarão cientes das regras que também serão lidas antes do sorteio.

  Em caso de dúvidas e casos omissos, serão resolvidos no dia do evento.

                      E NÃO ESQUEÇA QUE:






segunda-feira, 19 de setembro de 2011

INTOXICAÇÃO NO CÃO

  É muito comum encontrarmos nosso cão ou gato mordendo objetos, mastigando e  engolindo    substâncias diversas, seja impulsionado pela curiosidade ou por simples diversão. Muitos destes objetos estão bem expostos em nossas casas e se encontram, na maioria das vezes, em locais de fácil acesso. Uma vez ingeridos ou em contato com ferimentos, os animais certamente sofrerão reações à intoxicação que merecem cuidados imediatos e providências seguras. 

Em   geral,   dentro   de   casa,   são   estas   as   substâncias   que   causam  intoxicação   em   animais 
domésticos se ingeridos ou absorvidos pela pele ferida: inseticidas domésticos, carrapaticidas. As substâncias tóxicas dentro das casas, produtos contra a sarna, pós antipulgas, inseticidas para plantas, medicamentos humanos, plantas tóxicas e produtos de limpeza. 

 Cuidado em caso de ferida

 Desta forma, cães e gatos com ferimentos não devem receber tratamento antipulgas, carrapaticida   ou   acaricida   (contra   sarna),   usando   produtos   inseticidas.   É   importante   não   deixar   o  animal lamber a espuma ou a água durante o banho com esse tipo de produto.

Sintomas
São muitos os sinais clínicos apresentados  em caso intoxicação, dentre eles:

                              ■  alteração do estado de consciência (agitação, sonolência)
                              ■  salivação intensa, vômitos, náuseas, dor abdominal
                              ■  hemorragias
                              ■  tremores
                              ■  dificuldade respiratória
                              ■  alteração de ritmo cardíaco

                    Não tente tratar seu animal intoxicado sozinho.
                          Não demore para levá-lo ao veterinário.

 Sempre   que   possível, em consulta  com  seu  veterinário, é importante levar a embalagem do roduto   que,   suspeita-se, tenha intoxicado o animal. São muitas as substâncias que causam sintomas semelhantes e o veterinário poderá avaliar,  assim, um tratamento adequado.

                                              Não dê leite

 Nos casos de intoxicação ou envenenamento, nos primeiros sinais como salivação e
 vômitos,   inchaço   e   vermelhidão   na   boca,   taquicardia,   diarreia,   tremores,   secreções
 bucais e até convulsões, não dê leite ao seu animal. O leite pode reagir com o produto
 que provocou a intoxicação e trazer maiores complicações.

Chocolate
                       O   alimento,   desejado   por   muitos   proprietários,   pode   ser   fatal   para   os 
                       cachorros. O chocolate é constituído por duas substâncias, a teobromina e 
                       a cafeína, que podem levar o animal a quadros de diarréia, vômitos, inges- 
                       tão exagerada de água, excitação, tremores, taquicardia, febre, respiração 
                       acelerada e ataques convulsivos. Esses sintomas, juntos ou isoladamente, 

 podem começar a aparecer de 6 a 12 horas após a ingestão e persistir por até 3 dias. Existem
 no mercado os “chocolates caninos”, que possuem o aroma do chocolate, sem possuir o prin-
 cípio ativo tóxico.

 Plantas
       Muitas plantas usualmente cultivadas em casa representam um verdadeiro perigo para a saúde dos nossos bichos. Em alguns casos, são tóxicas da raiz às folhas e aos frutos. Confira abaixo algumas bastante conhecidas.  Caso o seu peludo goste de “petiscar” pelo jardim, é sugerido o cultivo de espécies      como    manjericão     e   hortelã,  não-tóxicas  e  inofensivas  para consumo animal, desde que de forma moderada.

Relaciono agora algumas espécies perigosas:
Abacate, Azaléia, Bico de Papagaio , Cacau, Café , Cajú , Ciclâme , Comigo-ninguém-pode , Copo de leite, Coroa de Cristo, Crizântemo , Espada-de-são-jorge, Hortênsia , Margarida, Pêssego, Uva.


8 - Em caso de acidente, guarde a planta para identificação e procure imediatamente orientação médica.
TINHORÃO 
Nome científico: Caladium bicolor Vent.
Nome popular: tajá, taiá, caládio
Família: Aráceas.
Nome científico: Caladium bicolor Vent.
Nome popular: tajá, taiá, caládio.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Sintomas: a ingestão e o contato podem causar sensação de queimação, edema (inchaço) de lábios, boca e língua, náuseas, vômitos, diarréia, salivação abundante, dificuldade de engolir e asfixia; o contato com os olhos pode provocar irritação e lesão da córnea.
Princípio ativo: oxalato de cálcio.

COMIGO-NINGUÉM-PODE
Família: Araceae.
Nome científico: Dieffenbachia picta Schott.
Nome popular: aninga-do-Pará.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Sintomas: a ingestão e o contato podem causar sensação de queimação, edema (inchaço) de lábios, boca e língua, náuseas, vômitos, diarréia, salivação abundante, dificuldade de engolir e asfixia; o contato com os olhos pode provocar irritação e lesão da córnea.
Princípio ativo: oxalato de cálcio, saponinas.

COPO-DE-LEITE 
Família: Araceae.
Nome científico: Zantedeschia aethiopica Spreng.
Nome popular: copo-de-leite.
Parte tóxica: todas as partes da planta
Sintomatologia: a ingestão e o contato podem causar sensação de queimação, edema (inchaço) de lábios, boca e língua, náuseas, vômitos, diarréia, salivação abundante, dificuldade de engolir e asfixia; o contato com os olhos pode provocar irritação e lesão da córnea.
Princípio ativo: oxalato de cálcio.

TAIOBA-BRAVA 
Família: Araceae
Nome científico: Colocasia antiquorum Schott.
Nome popular: cocó, taió, tajá.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Sintomas: a ingestão e o contato podem causar sensação de queimação, edema (inchaço) de lábios, boca e língua, náuseas, vômitos, diarréia, salivação abundante, dificuldade de engolir e asfixia; o contato com os olhos pode provocar irritação e lesão da córnea.
Princípio ativo: oxalato de cálcio.
SAIA-BRANCA
Família: Solanaceae.
Nome científico: Datura suaveolens L.
Nome popular: trombeta, trombeta-de-anjo, trombeteira, cartucheira, zabumba.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Sintomas: a ingestão pode provocar boca seca, pele seca, taquicardia, dilatação das pupilas, rubor da face, estado de agitação, alucinação, hipertermia; nos casos mais graves pode levar a morte.
Princípio ativo: alcalóides beladonados (atropina, escopolamina e hioscina).
BICO-DE-PAPAGAIO
Família: Euphorbiaceae.
Nome científico: Euphorbia pulcherrima Willd.
Nome popular: rabo-de-arara, papagaio.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Sintomas: a seiva leitosa causa lesão na pele e mucosas, edema (inchaço) de lábios, boca e língua, dor em queimação e coceira; o contato com os olhos provoca irritação, lacrimejamento, edema das pálpebras e dificuldade de visão; a ingestão pode causar náuseas, vômitos e diarréia.
Princípio ativo: látex irritante.
COROA-DE-CRISTO 
Família: Euphorbiaceae.
Nome científico: Euphorbia milii L.
Nome popular: coroa-de-cristo.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Sintomas: a seiva leitosa causa lesão na pele e mucosas, edema (inchaço) de lábios, boca e língua, dor em queimação e coceira; o contato com os olhos provoca irritação, lacrimejamento, edema das pálpebras e dificuldade de visão; a ingestão pode causar náuseas, vômitos e diarréia.
Princípio ativo: látex irritante.
AVELÓS 
Família: Euphorbiaceae.
Nome científico: Euphorbia tirucalli L.
Nome popular: graveto-do-cão, figueira-do-diabo, dedo-do-diabo, pau-pelado, árvore de São Sebastião.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Sintomas: a seiva leitosa causa lesão na pele e mucosas, edema (inchaço) de lábios,boca e língua, dor em queimação e coceira; o contato com os olhos provoca irritação, lacrimejamento, edema das pálpebras e dificuldade de visão; a ingestão pode causar náuseas, vômitos e diarréia.
Princípio ativo: látex irritante.
ESPIRRADEIRA 
Família: Apocynaceae.
Nome científico: Nerium oleander L.
Nome popular: oleandro, louro rosa.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Sintomas: a ingestão ou o contato com o látex podem causar dor em queimação na boca, salivação, náuseas, vômitos intensos, cólicas abdominais, diarréia, tonturas e distúrbios cardíacos que podem levar a morte.
Princípio ativo: glicosídeos cardiotóxicos
MAMONA
Família: Euphorbiaceae.
Nome científico: Ricinus communis L.
Nome popular: carrapateira, rícino, mamoeira, palma-de-cristo, carrapato.
Parte tóxica: sementes.
Sintomas: a ingestão das sementes mastigadas causa náuseas, vômitos, cólicas abdominais, diarréia mucosa e até sanguinolenta; nos casos mais graves podem ocorrer convulsões, coma e óbito.
Princípio ativo: toxalbumina (ricina).

PINHÃO-ROXO 
Família: Euphorbiaceae.
Nome científico: Jatropha curcas L.
Nome popular: pinhão-de-purga, pinhão-paraguaio, pinhão-bravo, pinhão, pião, pião-roxo, mamoninho, purgante-de-cavalo.
Parte tóxica: folhas e frutos.
Sintomas: a ingestão do fruto causa náuseas, vômitos, cólicas abdominais, diarréia mucosa e até sanguinolenta, dispnéia, arritmia e parada cardíaca.
Princípio ativo: toxalbumina (curcina).

Fonte de informações: Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas - SINITOX - Fundação Oswaldo Cruz - FIOCRUZ Telefones para contato com os Centros de Controle de Intoxicações:
Curitiba - CIT/PR 0800.410.148
Florianópolis - CIT/SC (48) 331.9535
Porto Alegre - CIT/RS 0800.780.200
Salvador - CIAVE/BA 0800.284.4343
São Paulo - CEATOX/SP 0800.148.110
São Paulo - CCI/SP (11) 5011.5111




sábado, 17 de setembro de 2011

BOM FINAL DE SEMANA

  Hoje não vim aqui para postar algo assim tão sério!!

                                               Mas de algo muito importante!!
                                                                       
                                                     É FIM DE SEMANA! DIVIRTA-SE COM SEU PELUDO!!!      



 

                                                          E    prepare-se!!!!!!!!!!!

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

COMO TRATAR UM CÃO ENGASGADO

 Quando um cachorro está se afogando com um corpo estranho, precisa de ajuda imediatamente. Quanto mais ele tenta respirar, mais entra em pânico. Seu objetivo nesta situação de emergência é liberar as vias aéreas sem ser mordido.

Os sinais de que o cachorro está engasgado incluem tentar limpar a boca com as patas, língua pálida ou azulada, agonia evidente ou inconsciência. Se o cachorro estiver inconsciente e você acha que há um corpo estranho, libere as vias aéreas antes de fazer ressuscitação cardiopulmonar. Se o cachorro não consegue respirar não adianta tentar a ressuscitação.
Embora possa parecer difícil, você pode ajudar um cachorro engasgado ou inconsciente seguindo as dicas básicas abaixo. Seu esforço pode salvar a vida de um cachorro.
Passo 2d
2006 Publications International, Ltd.
  • Contenha o cão, se necessário.
  • Aproxime-se do cachorro lentamente, falando em um tom de voz tranqüilizador.
  • Desobstrua as vias aéreas.
  • Abra a boca do cachorro cuidadosamente, segurando a mandíbula superior com uma mão sobre o focinho.
  • Pressione os lábios do cão sobre os dentes superiores apertando com seu polegar em um lado e os outros dedos no outro, de maneira que os lábios do cachorro fiquem entre seus dentes e os dedos. Aperte com firmeza para forçar a boca a ficar aberta.
  • Se você consegue ver o objeto, tente removê-lo com seus dedos.
  • Se você não conseguir remover o objeto e o cachorro for pequeno o suficiente, segure ele pelas pernas traseiras, vire-o de cabeça para baixo e chacoalhe vigorosamente. Bater nas costas também pode ajudar a mover o objeto.
  • Se você não consegue remover o objeto e o cachorro é grande demais para ser erguido, coloque-o deitado de lado no chão. Coloque a sua mão atrás da caixa torácica e aperte para baixo e um pouco para frente, com firmeza. Solte. Repita rapidamente várias vezes até o objeto ser expelido.
  • Se você não conseguir retirar o objeto, leve o cachorro imediatamente ao veterinário.
  • Se você retirar o objeto e o cachorro ainda não estiver respirando, sinta sua pulsação colocando seus dedos 5 cm atrás do cotovelo do cachorro no meio do peito.

    Passo 5b
    2006 Publications International, Ltd.



      Faça respiração artificial. Deite o cachorro de lado; estique a cabeça e o pescoço do cão. Mantenha a boca e lábios fechados e assopre com força pelas narinas. Faça uma respiração de 3 a 5 s. Respire fundo e repita até sentir resistência ou ver o peito subir. Após 10 s pare. Observe o peito para ver se está se movendo, o que indica que o cachorro está respirando sozinho. Se o cachorro não estiver respirando, continue a respiração artificial. Se o coração não estiver batendo faça uma ressuscitação cardiopulmonar.
Ressuscitação cardiopulmonar para cães de até 20 kg

  • Passo 6c
    2006 Publications International, Ltd.
    Deite o cachorro de costas.
  • Ajoelhe-se perto da cabeça do cão.
  • Feche suas mãos sobre o peito do cachorro com as palmas sobre cada lado do peito.
  • Comprima as palmas sobre o peito com firmeza contando até dois e solte contando um. Pressione moderadamente. Repita aproximadamente 60 a 90/min.
  • Alternativamente (após 30 s), segure a boca e lábios do cachorro fechados e assopre com força nas narinas. Assopre por 3 s, respire fundo e repita, até sentir resistência ou ver o peito do cachorro subir. Tente repetir 10 a 20/min. Como regra geral, faça cinco compressões cardíacas para cada respiração.
  • Pare após um minuto. Observe se há movimento do peito e sinta o batimento cardíaco colocando os dedos a 5 cm do cotovelo no meio do peito.
  • Se o coração não estiver batendo continue a ressuscitação cardiopulmonar. 
Ressuscitação cardiopulmonar para cães com mais de 20 kg

  • Deite o cachorro de lado.
  • Passo 6b
    2006 Publications International, Ltd.
    Coloque a palma da sua mão no meio do peito do cachorro.
  • Comprima contando até dois e solte contando um. É preciso pressionar com firmeza. Repita aproximadamente 60 a 90/min.
  • Alternativamente (após 30 s), segure a boca e lábios do cachorro fechados e assopre com força nas narinas. Assopre por três segundos, respire fundo e repita, até sentir resistência ou ver o peito do cachorro subir. Tente repetir 10 a 20/min.
  • Pare após um minuto. Observe o peito para ver se o cachorro está respirando e sinta o batimento cardíaco colocando os dedos meio centímetro atrás do cotovelo, no meio do peito.
  • Se o coração não estiver batendo, continue a ressuscitação cardiopulmonar. 
  • Leve o cachorro imediatamente ao veterinário. A ressuscitação e a respiração devem continuar no caminho ou até o cachorro começar a respirar e o coração começar a bater sem assistência.
Ver uma convulsão pode ser assustador, mas não entre em pânico. Use as dicas na próxima página para ajudar se seu cachorro for epiléptico ou tiver uma convulsão.

Fonte: Como tudo funciona (UOL)







                                                            LEMBRANDO QUE:

Postado por Kely V.S.S.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

GANHEI EM UMA RIFA UM BRINDE LINDO PARA UMA MÃE DE SHIH TZU



             Comprei uma rifa para ajudar uma amiga virtual e ganhei!!!!

         Uma linda blusinha bordada de Shih Tzu





Precisamos que os correios saiam da greve, para que a camiseta chegue até nós!!!!
    Para uma mãe especial de um peludo especial!!!

Estamos aceitando sugestões para o sorteio!!




postado por Kely V.S.S.




CONTAGEM REGRESSIVA!!!! 16

   É, tá chegando mais um de nossos encontros para nossos peludos e nós nos divertirmos juntos!!!
        Espero ver todos os peludos lá novamente e conhecer algunsnovos também!!!!!




NOSSO TERCEIRO SHIH TZU SOCIAL PARQUE
ANOTE AÍ :
DIA 02 DE OUTUBRO DE 2011
COM INÍCIO ÀS 14:00hs

Quer dar sugestões de brincadeiras que gostaria de fazer com seu peludo?
Quer doar brindes?!!! Quer apenas expressar algo?!!! Confirmando sua presença?!!
Fique à vontade para comentários!!!!!!!!!!!!!


Postado por Kely V.S.S.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

COMO DAR REMÉDIOS VIA ORAL PARA UM CÃO

  Você pode precisar dar remédio para dor após um acidente grave ou um vermífugo mensal, aprender a dar medicação via oral para o seu cachorro é um truque útil. Use as dicas a seguir para dar tanto remédios líquidos como comprimidos para o seu cachorro.

Líquidos
Passos 3 e 4
2006 Publications International, Ltd.
  • Segure o cachorro. Se ele for difícil de lidar você pode precisar de ajuda para contê-lo. Diminua a apreensão do cachorro conversando com ele com calma e segurança. Passe o braço delicadamente sob o pescoço do cachorro, segurando a garganta na dobra do seu braço. Veja se ele pode respirar sem problemas. Passe o outro braço por cima ou por baixo do meio do cachorro, pressionando com cuidado para segurar o corpo do cachorro contra o seu.




  • Se necessário, faça uma focinheira frouxa de maneira que a boca abra apenas um pouco.
  • Incline a cabeça do cachorro para trás, com cuidado.
  • Puxe o lábio inferior do cachorro para fazer uma bolsa.
  • Usando um conta-gotas ou uma seringa plástica, coloque o líquido aos poucos nessa bolsa, esperando que cada porção seja engolida antes de dar mais um pouco.
  • Massageie a garganta do cachorro para estimular o reflexo de engolir.
Comprimidos
  • Segure o cachorro. Se ele for difícil de lidar você pode precisar de ajuda para contê-lo.
  • Diminua a apreensão do cachorro conversando com ele com calma e segurança.


  • Segure a mandíbula superior do cachorro com uma mão por cima do focinho.
  • Passos 2, 3 e 4



    2006 Publications International, Ltd.
    Pressione os lábios do cão sobre os dentes superiores apertando com seu polegar em um lado e os outros dedos no outro, de maneira que os lábios do cachorro fiquem entre os dentes e seus dedos. Aperte com firmeza para forçar a boca a ficar aberta.
  • Segure o remédio entre o polegar e o dedo médio da outra mão e coloque dentro da boca o mais fundo possível.
  • Massageie a garganta do cachorro para estimular o reflexo de engolir.


Um método alternativo é esconder o comprimido em um pedaço de salsicha, presunto ou outro petisco que o cachorro goste.

Fonte: Como Tudo Funciona (UOL)
           
Postado por Kely V.S.S.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

NEM TUDO QUE RELUZ......


   Dedico este post às "mamys e papys" que olham fotos de lindos Shih Tzu's, sem qualquer defeito enquanto aparência, sabe aqueles exemplares lindos maravilhosos em que a cor é perfeita, aquele bigode branquíssimo, e aquele shih negro, mais negro impossível, nos impressiona e muito sua beleza e perfeição não é mesmo?!!
   Pois para os que como eu que há algum tempo, cerca de um ano e meio ficava abismada em como conseguiam deixá-los tão brancos, será que os cães ficavam sempre presos em locais muito limpos o tempo todo?!! Ou havia um produto que os deixavam assim?!! Quando adquiri o Kalel com bigodes brancos fiquei  alucinada na manutenção, mas não havia como, ele esfregava no chão, encontrava algum local pra sujar o mais rápido possível, até no xixi ele as vezes esfregava, eu ficava doida com isso, me perguntando como conseguiam, se os cães não importa sua aparência, são cães e não gostam realmente de estarem muito limpos...rss 
  E, foi buscando por produto que deixasse o bigode do Kalel branquíssimo que eu encontrei a maquiagem para cães, giz de todas as cores e padronagens dos cães, tinturas também, eu fiquei "abestada" pois minha ignorância era tamanha que acreditava que aqueles Shih negros brilhantes eram realmente negros e pensar que estariam com tinturas em seu pelo, isso é proibido em exposições, porém quem os prepara no grooming e é bom nisso, aplica suas técnicas e formas a enganar os juízes e é claro a todos nós meros mortais ignorantes que acreditamos que tudo aquilo é real e que queremos nossos peludos assim também. E em algum comentário que eu fiz sobre minha Aislin, que é azul, onde escrevi que ela está desbotando seu preto, eu estava contente, pois ela não é da cor preta então bem normal diluir para o cinza, e recebi uma resposta de um criador, o qual não vejo necessidade em divulgar seu nome, sugerindo-me passar tintura nela, e este criador de shih tzu's prega a preservação da raça e é muito requisitado em questões sobre os mesmos, não tiro seus crédito quanto ao que já conhece sobre eles, mas, eu me decepcionei com sua sugestão, eu não acredito que mascarando meus cães eles serão melhores, sinceramente, quando descobri esses truques, eu me acalmei e parei de querer que o bigode do Kalel e da Bonnie consequentemente ficassem brancos sempre, ora são cães e devem permanecer assim, os cuidados com sua manutenção e saúde são essenciais para mim, agora quanto á estética e aparência, quero sim que sejam lindo, como são, mas não mascarando eles. 
  Depois lembrei também do velho amigo de muitos corpos sarados e peles de humanos livres de manchas ou qualquer outra deformação que vemos nas revistas, o Photoshop, é claro que em imagens de nossos shih perfeitos também utilizam deste recurso, menos mal, já que para olhos apurados isso pode ser percebido. 
  Mas caso você tenha um peludo negro, chocolate, vermelho, etc, e ele estiver diluindo sua cor, saiba que existem shampoos tonalizantes sem tinturas no mercado, basta uma boa busca na net.
  Isso sem  falar do que fazem com alguns peludos, que sinceramente, tinha vontade de pegar um spray de tinta e fazer o mesmo com seu dono, chamam de arte, eu chamo de insensatez, nem vou comentar muito sobre isso, coloco algumas fotos para que você mesmo pense se os cães gostam disso e se isso também não seria uma violência contra eles?!!E há pessoas que utilizam papel crepom, que horror,a tinta desse material é horrível para os pelos podendo causar lesões. Existem sim produtos específicos para tingimento de cães, por favor já que vai fazer  essa bobagem, ue faça com produtos feitos para eles né?!!
                                 
                  
  Contra ou a favor da maquiagem, não vem muito ao caso, mas sim o que realmente importa é o conhecimento de que "nem tudo que reluz é ouro"!
  Não fique triste com os bigodes sujos ou a diluição da cor  de seu peludo, eu acredito na beleza natural deles, tenho meus shih tzu's perfeitos em sua natureza canina e nos padrões que definem a raça, isso é o que me basta. 
  
Fonte: experiência própria. imagens internet.




Postado por Kely V.S.S.



sexta-feira, 9 de setembro de 2011

OBRIGADA DR.(a). VETERINÁRIO (a)



   Hoje 09 de Setembro, dia de um grande profissional, dia de um grande amigo de nossos melhores amigos, dia de quem nos ajuda a compreender melhor nossos peludos ou sejam penudos (penas), tanto faz, o que importa é sua dedicação com amor à sua tão linda profissão.
  Quero aqui homenagear o profissional verdadeiro, aquele de alma, aquele que tem em sua profissão sua maior conquista e sente-se orgulhoso em poder ajudar nossos queridos amigos, que não sabem falar, não dizem onde dói, o que estão sentindo, e são interpretados de maneira muito mais difícil que fazem nossos médicos de humanos.
    

Origens


Foi no dia 9 de setembro de 1933, através do Decreto nº 23.133, que o então presidente Getúlio Vargas criou uma normatização para a atuação do médico veterinário e para o ensino dessa profissão. Em reconhecimento, a data passou a valer como o Dia do Veterinário. Mas escolas de veterinária já existiam no Brasil, desde 1910.
É chamada de medicina veterinária a prevenção, o diagnóstico e o tratamento de doenças dos animais domésticos e o controle de distúrbios também em outros animais.
Pessoas se dedicam a tratar de animais desde os tempos antigos, desde que começaram a domesticá-los. A prática da veterinária foi estabelecida desde 2.000 a.C. na Babilônia e no Egito. Porém, segundo alguns registros encontrados, remonta a 4000 a.C.
O Código de Hammurabi, o mais completo e perfeito conjunto de leis sobrevivente, que se encontra hoje no Museu do Louvre francês, desenvolvido durante o reinado de Hammurabi (que viveu entre 1792 e 1750 a.C.) na primeira dinastia da Babilônia, já continha normas sobre atribuições e remuneração dos "médicos de animais".
Na Europa, a história da veterinária parece estar sempre ligada àqueles que tratavam os cavalos ou o gado. Os gregos antigos tinham uma classe de médicos, chamada de "doutores de cavalos" e a tradução em latim para a especialidade era veterinarius. Os primeiros registros sobre a prática da medicina animal na Grécia são do século VI a.C., quando as pessoas que exerciam essa função - chamados de hippiatros (hipiatras, os especialistas da medicina veterinária que tratam dos cavalos) - tinham um cargo público. As escolas de veterinária surgiram na Europa no meio do século XVIII, em países como Áustria, Alemanha, Dinamarca, Espanha, França, Inglaterra, Itália, Polônia, Rússia e Suécia.
O marco do estabelecimento da medicina veterinária moderna e organizada segundo critérios científicos é atribuído ao hipólogo francês Claude Bougerlat, na França de Luís XV, com a criação da Escola de Medicina Veterinária de Lyon, em 1761. A segunda a ser criada no mundo foi a Escola de Alfort, em Paris.
O Imperador Pedro II esteve, no ano de 1875, visitando a escola parisiense de Medicina Veterinária de Alfort e com a boa impressão que teve, decidiu criar condições para o aparecimento de instituição semelhante no Brasil, porém as duas primeiras escolas do gênero só apareceram no governo republicano: a escola de Veterinária do Exército, em 1914, e a escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária, em 1913, ambas no Rio de Janeiro.
O capitão-médico João Moniz Barreto de Aragão, patrono da medicina veterinária militar brasileira, foi o fundador da Escola de Veterinária do Exército em 1917, no Rio, mas a profissão não tinha regulamentação até o Decreto de Getúlio Vargas, de 9 de setembro de 1932, que vigorou por mais de trinta anos.
Para o exercício profissional passou a ser exigido o registro do diploma, a partir de 1940, na Superintendência do Ensino Agrícola e Veterinário do Ministério da Agricultura, órgão fiscalizador da profissão.
A partir de 1968, com a lei de criação dos Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária, foi transferida aos conselhos a função de fiscalizar o exercício dessa profissão e é também onde se faz o registro profissional.
A formação em medicina veterinária dura, em média, cinco anos, com os dois primeiros anos tratando das disciplinas básicas anatomia, microbiologia, genética, matemática, estatística, além de nutrição e produção animal. Depois é a vez de estudar as doenças, as técnicas clínicas e cirúrgicas e então optar pela especialização.
As especializações são clínica e cirurgia de animais domésticos e silvestres, e de rebanhos; trabalhar nas indústrias de produtos para animais, acompanhando a produção de alimentos, rações, vitaminas, vacinas e medicamentos; trabalhar em manejo e conservação de espécies, observando os animais silvestres em cativeiro para estudar a sua reprodução e conservação, implantando projetos em reservas naturais; fazer controle de saúde de rebanhos em propriedades rurais ou fiscalizar os estabelecimentos que vendem ou reproduzem animais; usando tecnologia, fazer melhoramentos de qualidade dos rebanhos.


Fonte: IBGE


Postado por Kely V.S.S.


quinta-feira, 8 de setembro de 2011

CÃES ENXERGAM CORES?!!!

Estudos apontam que a maioria dos animais domésticos possui e utiliza a visão em cores. Os cães, comparando com as pessoas, possuem somente 10% dos cones (células da retina que são responsáveis pela visão em cores).


Pessoas com a visão normal possuem três tipos de cones: verde, vermelho e azul. Os cães apresentam apenas dois tipos funcionais de cone: um que é semelhante à cor violeta e corresponde ao cone azul para humanos e outro, semelhante ao tom amarelo esverdeado que corresponde ao cone vermelho para humanos. Os cones verdes não estão presentes. Também parecem confundir as cores vermelhas e verdes (deuteranopia, um tipo de daltonismo). Portanto, na presença de tons de azul os cães enxergam a cor violeta e amarelo-esverdeado na presença de vermelho, de verde, de amarelo e de laranja, por exemplo. Sendo assim, entre uma bola azul e uma vermelha em um gramado, o cão possivelmente terá mais facilidade para encontrar a azul.


Em ambientes com pouca luz os cães enxergam melhor do que as pessoas. Isto ocorre porque apresentam mais bastonetes na retina (células responsáveis pela visão noturna), além da presença do tapetum lucidum no fundo do olho. Esta estrutura reflete a luz e "ilumina" o ambiente. As pessoas não possuem esta estrutura. Podemos dizer também que possuem pouca capacidade de focalizar objetos próximos. A capacidade de acomodação do cristalino (lente que faz o foco) de cães jovens é de 1 a 2 dioptrias, enquanto que em pessoas jovens normais é de 10 dioptrias. Portanto, os cães enxergam para perto semelhante a uma pessoa de 60 anos sem óculos! Felizmente eles não precisam de uma visão rica em detalhes para as suas atividades diárias: correr, brincar, coçar, dormir, comer...pois não precisam ler, dirigir e fazer tricot, não é mesmo?

Fonte: SLATTER, D. Fundamentos de Oftalmologia Veterinária.


Postado por Kely V.S.S.
Fonte: 

terça-feira, 6 de setembro de 2011

CERATOCONJUNTIVITE SECA

A ceratoconjuntivite seca (CCS) é um ressecamento da córnea e da conjuntiva causado por uma diminuição da porção aquosa da lágrima. É uma doença oftálmica progressiva (pode levar à cegueira) associada com inflamação, secreção ocular e dor. Muitas espécies animais são afetadas, mas é mais freqüente em cães. Inicialmente, os sinais são muito semelhantes aos de uma conjuntivite (olho vermelho, secreção ocular, coceira), o que muitas vezes retarda o diagnóstico e o tratamento correto. Mais tarde a córnea começa a ficar pigmentada (manchas escuras) levando o animal à cegueira.
 
   Qualquer raça pode apresentar a doença, mas as que apresentam maior predisposição para a ceratoconjuntivite seca, são: Cocker Spaniel Americano, Buldogue Inglês, Schnauzer miniatura, Pug, Yorkshire Terrier, Pequinês, West Highland White Terrier. English Springer Spaniel. Samoyeda, Shih-tzu e Boston Terrier.
Em gatos a ceratoconuntivite seca é menos freqüente do que em cães, mas algumas raças 
apresentam predisposição: Abssínio, Persa, Burmês e Himalaia.




Glândula Lacrimal


   A lágrima tem a função de nutrir, proteger e lubrificar a superfície ocular. Ela é formada por três componentes: um aquoso, um mucoso e um gorduroso. A porção aquosa (água) forma cerca de 90% da lágrima e é secretada pela glândula lacrimal principal e pela acessória (glândula da terceira pálpebra). A glândula da terceira pálpebra é responsável por até 50% da secreção da porção aquosa da lágrima, por isso deve ser sempre reposicionada cirurgicamente quando “salta para fora”. Esta glândula só pode ser removida em casos onde esteja gravemente danificada. A porção gordurosa é secretada pelas glândulas tarsais (margem palpebral) e a mucosa pelas células caliciformes presentes na conjuntiva.

glandula terceira palpebra
                                            Olho de cão evidenciando protusão da glândula da terceira pálpebra





Pouca Lágrima pode causar Ceratoconjuntivite Seca


A quantidade de lágrima está diminuída quando há perda da fração aquosa, ou seja, quando há menos água do que deveria. Se há menos água, há excesso de muco e gordura, aumentando a secreção ocular e dando um aspecto de infecção nos olhos. Muitas vezes pode ocorrer uma contaminação bacteriana secundária, pois com pouca lágrima a córnea fica com menos células de defesa.

Existem muitas causas conhecidas de ceratoconjuntivite seca:
  • Congênita (de nascença)e possivelmente hereditária (transmitido dos pais para os filhos);
  • Lesões traumáticas nas glândulas lacrimais ou na sua inervação (base da orelha);
  • Remoção cirúrgica ou lesão grave da glândula da terceira pálpebra;
  • Carência de vitamina A;
  • Distúrbios endócrinos (como hipotireoidismo e diabetes);
  • Tratamentos prolongados com medicações a base de sulfa ou colírio de atropina;
  • Botulismo;
  • Doenças sistêmicas, como em casos de cinomose em cães e infecção por herpesvírus em gatos;
  • Doenças auto-imunes e degenerativas;
  • Atrofia senil (perda de função por envelhecimento); e
  • Causa idiopática (desconhecida).

Diagnóstico de Ceratoconjuntivite Seca


   O diagnóstico é estabelecido através do exame oftálmico realizado por um veterinário (preferencialmente especializado em oftalmologia veterinária) e das informações sobre o histórico do paciente. O Teste da Lágrima de Schirmer consiste de uma tira de papel filtro milimetrada que mensura a quantidade de lágrima produzida. Valores normais estão entre 15 e 25mm/min. Valores abaixo de 14mm/min já são considerados ceratoconjuntivite secasubclínica e abaixo de 10mm/min já ocorre apresentação de olho seco.
Geralmente a doença ocorre nos dois olhos, mas há casos em que apenas um olho está seco, principalmente em casos de trauma (batida na cabeça, acidente automobilístico). Também é importante realizar o teste de fluoresceína, pois uma superfície ocular ressecada está mais sujeita a úlceras de córnea.

Tratamento para a Ceratoconjuntivite Seca


   O tratamento consiste em utilização de colírios que estimulam a produção lacrimal (Ciclosporina A, Tacrolimus, Pimecrolimus) e substitutos da lágrima. No início do tratamento é necessário associar colírios anti-inflamatórios e antibióticos. Em média são necessários mais de 30 dias de tratamento para começar o estímulo na glândula lacrimal. Este tratamento deve ser realizado por um médico veterinário oftalmologista, para que seja realizada a escolha correta do antibiótico, do anti-inflamatório e da concentração do colírio estimulante da lágrima.
  Casos mais graves que não respondem ao tratamento clínico podem ser tratados cirurgicamente. A transposição do ducto parotídeo é uma cirurgia que consiste em “desviar” um ducto salivar. Assim a saliva vai para o olho para substituir a lágrima. Mas geralmente ocorrem muitas complicações, sendo realizada em último caso.
   É importante alertar que a ceratoconjuntivite seca não tem cura, mas sim controle. Mesmo que melhore muito basta parar com os estimulantes lacrimais para que todos os sinais voltem a aparecer, ou seja, o paciente necessita de tratamento para o resto da vida.

(STADES et al., 1999; MOORE, 1999; GELATT, 2003; SLATTER, 2005). 

Fonte: Oftalmologia Animal

Postado por Kely V.S.S.

sábado, 3 de setembro de 2011

ESPIRRO REVERSO? SABE O QUE É?

Algumas raças de cães são mais acometidas, principalmente Chihuahuas, Pomerâneos, Shih Tzus, Lhasa Apsos, Poodles (principalmente os toys), whippets e Yorkshires. Em função desta maior incidência nestas raças, suspeita-se da participação de um fator genético envolvido no quadro.

Quais são os sinais?
Com o espirro reverso a faringe(nas costas da garganta) apresenta espasmos. O cão encontra dificuldade em puxar o ar durante o espasmo, faz inspirações rápidas, fica parado,com que o pescoço esticado, afasta as patas dianteiras aumentando o ângulo e produzindo um ronco, uma respiração dificultosa , um resfolegar que muitas vezes resulta na impressão de que o cão está engasgado ou prestes a morrer! Freqüentemente os olhos se esbugalham. O espasmo cessa quando o cão faz o movimento de engolir. Fechar os orifícios nasais com os dedos e friccionar gentilmente o pescoço por alguns segundos faz com que o cão tome um fôlego pela boca resolvendo o problema. 
Filhotes podem apresentar o espirro reverso mas é durante a adolecência tardia que costumam aparecer os primeiros episódios. 
As causas ainda não foram elucidadas mas podem estar relacionadas a uma irritação no palato mole e garganta , causando o quadro de espasmos que assustam muitos cuidadores. 
Qualquer coisa que irrite a garganta pode causar o espasmo como excitação, comidas e bebidas, excesso de exercícios ou intolerância a eles, tração na coleira durante os passeios, pólen, corpos estranhos na garganta, perfumes, vírus, produtos químicos usados na casa e no canil, alergias, etc. Se o problema for identificado, afastá-lo dele muitas vezes resolve parcial ou totalmente o problema. 
Cães braquicefálicos como pugs e boxers, que apresentam o focinho achatado são muito afetados, mas no caso destas raças deve-se tomar cuidados redobrados pois há relatos científicos de alterações cardíacas secundárias ao espirro reverso.
Alguns cães apresentam estes episódios por toda a vida, outros desenvolvem episódios esporádicos e temporários que se resolvem por si só e outros ainda podem apresentá-los uma única vez e nunca mais.

O QUE EU FAÇO?
Fique calmo e proceda como o explicado (veja o filme). Em poucos segundos ou 1 ou 2 minutos, o episódio vai cessar. 
O espirro reverso é um fenômeno inofensivo, que quando diagnosticado por um veterinário e após uma avaliação clínica criteriosa, excluindo-se alterações cardíacas, convulsões, engasgos, estenose traqueal e etc., pode ser encarado como um fenômeno normal naquele indivíduo, sem necessidade de tratamento medicamentoso agressivo (corticóides e anti-inflamatórios). 

       

COMO DIFERENCIAR DE UMA ESTENOSE DE TRAQUÉIA?
A traquéia é uma importante estrutura que conecta a garganta com os pulmões. É composta de 35 a 45 aneis de cartilagem unidos por músculos e ligamentos criando uma estrutura tubular. A utilidade deste tubo é a de direcionar ar ao trato respiratório.
Quando os anéis traqueais rebaixam ou achatam-se do topo em direção a parte inferior, a traquéia é dita “colapsada”. Uma rápida inalação do ar pode causar este achatamento traqueal e dificultar a entrada do ar nos pulmões, com uma espécie de movimento de sucção muito vigoroso.
O colapso de traquéia pode ser confundido com o espirro reverso ou vice e versa, mas já requer uma atenção maior pois nesse caso sim o animal pode parar de respirar por sufocação e morrer. 
Não se conhece precisamente como esta condição se desenvolve. De qualquer forma, sabemos que estes cães apresentam uma anormalidade na conformação química e/ou física dos anéis traqueais. Os anéis perdem sua rigidez e tornam-se inábeis em manter seu formato circular. 
O sinal mais comum do colapso traqueal é o quadro de tosse crônica que pode ou não estar relacionado a alterações cardíacas. Este quadro é freqüentemente descrito como seco ou áspero e pode transformar-se em inquietação pronunciada. Os termos “grasnado de ganso” ou tosse de comprida ou ainda tosse de cachorro podem ser usados para descrever o quadro. A tosse é comumente pior durante o dia quando o animal está mais ativo e menos intensa a noite quando o animal está em repouso (diferente da tosse dos canis quando ela piora durante a noite). A tosse pode iniciar-se devido a excitação, pressão traqueal (coleira) ou por comer ou beber.

VAMOS DIFERENCIAR OS DOIS EPISÓDIOS?

Se o episódio criar sons quando excitado ou depois de comer ou beber, ou ainda abrir os membros anteriores e estender o pescoço e arfar com um rítmico Snork! Snork! Snork!, como se estivesse morrendo ou agonizando,tenha certeza que está diante do ESPIRRO REVERSO. Se a respiração através da boca emitir um ruído estridente ou se há tosse reflexiva após tocar sutilmente seu pescoço, podemos estar diante de um COLAPSO DE TRAQUÉIA. Se a tosse é de uma ou duas explosões aparentes (forçando a traquéia a abrir-se) como um engasgo ou mímica de vômito no final, pode ser um colapso traqueal ou ainda um quadro de tosse dos canis.
Se você suspeita de colapso de taqueia ou esta confuso quanto a diferença entre os dois quadros, leve seu cão ao veterinário. Se o diagnóstico for de ESPIRRO REVERSO, você vai ter que acostumar-se com os episódios e não se desesperar!


Fonte: Veterinários no Divã


Postado por Kely V.S.S.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

FALTA 1 MÊS PARA O 3º SHIH TZU SOCIAL PARQUE


  JÁ ANOTOU?!!! SE AINDA NÃO, FAÇA AGORA....MARQUE EM SUA AGENDA, CALENDÁRIO, CELULAR, PORTA DA GELADEIRA...ONDE FOR POSSÍVEL!!!

   SÓ NÃO FIQUE DE FORA!!!!
                                      CONVIDE MAIS PELUDOS VAMOS FAZER UMA GRANDE FESTA!!!!

                 


quinta-feira, 1 de setembro de 2011

TRAQUEOBRONQUITE INFECCIOSA CANINA - TOSSE DOS CANÍS


   Esta é uma doença que pode nos confundir, e também podem nos enganar, é bem comum alguém adquirir um filhote em local não recomendado, como feira, pet shops ou de canil não responsável e dizerem que é apenas uma gripe logo passa, isso pode mascarar algum sintoma de alguma outra doença, até mais grave do que a tosse de canil, por isso acho importante que possamos reconhecer este tipo de enfermidade, ou ao menos termos consciência de que não se adquire nem um filhote que apresente algum sinal de anormalidade ou apatia.
 E tão importante quanto reconhecer sintomas é imprescindível que o veterinário de sua confiança seja consultado, nunca medique por conta seu filhote ou por palpite de alguém, pode-se pedir opiniões sim, mas nunca medicá-lo sem orientação profissional adequada.

 Traqueobronquite infecciosa canina conhecida é também como “tosse dos canis” é uma enfermidade que acomete o  sistema respiratório dos cães. A doença aparece de forma súbita podendo ocorrer em animais de qualquer faixa etária, tendo como característica  a ocorrência de episódios de tosse associados à dificuldade respiratória,  de intensidade variável. 
Os agentes causadores desta doença são a Parainfluenza, Adenovírus canino tipo-1, Adenovírus canino tipo-2,  Bordetella bronchiseptica e o  Mycoplasma sp. 
A transmissão se dá por aerossóis, tornando-se freqüente  em locais onde se abrigam grandes quantidades de cães  (exposições, abrigos para animais, lojas, canis com grande número de cães, hospitais veterinários e instalações de pesquisa). Os agentes também podem ser transmitidos por fômites (gaiolas, comedouros, bebedouros,funcionários, etc.). O  período de incubação é de geralmente 5 a 7 dias, variando entre 3 e 10 dias . 
Sinais clínicos variam, a forma mais comum caracteriza-se por tosse seca e repetida, de início agudo. Este  sintoma, geralmente é acompanhado por movimentos de esforço de vômito, geralmente confundidos com engasgo pelo proprietário. A tosse pode ser alta, devido ao inchaço das cordas vocais e pode ser mais evidente em momentos de exercício ou excitação. Tipicamente o animal permanece alerta, se alimentando e sem sinais de febre. O curso clínico geralmente varia entre 7 e 14 dias. Na forma mais severa e menos freqüente se observa broncopneumonia bacteriana em cães não vacinados, 
especialmente provenientes de lojas e abrigos de animais. Neste caso, pode-se encontrar tosse produtiva devido  à traqueobronquite acrescida de broncopneumonia, podendo existir anorexia, depressão, febre e secreção nasocular. A forma severa deve ser diferenciada da cinomose e pode ser fatal em cães jovens.

   O diagnóstico é clínico, baseado nos sintomas e histórico do animal, e exames complementares como hemogramas, radiografias e citologias das vias aéreas e geralmente não são dignos de nota, ou revelam achados inespecíficos.

O tratamento inclui  tratamento aplicado para bronquites e pneumonias bacterianas. Como medida de segurança é importante o isolamento de outros cães para evitar o contágio.
Prevenção dessa doença é feita por vacinas intranasais e injetáveis. As injetáveis protegem os animais contra a doença, mas não contra a infecção, permitindo que permaneçam portadores assintomáticos. As vacinas intranasais apresentam proteção muito mais consistente, protegendo contra a infecção e contra a doença clínica. Isto se deve à produção de anticorpos locais (IgA), que ocorre após a aplicação da vacina intranasal. A vacinação embora não seja obrigatória é aconselhável de ser dada antes de deixar o animal num canil, ou em contacto com outros animais estranhos, sendo aconselhável a revacinação anual. 
Os cães sintomáticos tratados de um canil devem ser isolados para não haver um contágio maior com os demais cães.

FONTE: REVISTA CIENTÍFICA ELETÔNICA DE MEDICINA VETERINÁRIA, ano VI, número 11.




Postado por: Kely V.S.S.

PARABÉNS MINHA PELUDA MAIS MEIGA

  ESTAMOS MUITO FELIZES HOJE, É NIVER DA NOSSA MAIS MEIGA PELUDA!!




CONTINUE SEMPRE ASSIM DOCE E CHEIA DE SAÚDE!!

EU AMO VOCÊ!!!